Fala..rs..
Mais uma crise de riso provocada por alguma piadinha, só que dessa vez é mto melhor.. rs.. vai o link do you tube ai.. hehe..
Flw
Fala..rs..
Mais uma crise de riso provocada por alguma piadinha, só que dessa vez é mto melhor.. rs.. vai o link do you tube ai.. hehe..
Flw
Fala galera!
Tava lendo umas notícias pela internet e achei um blog muito legal chamado “Ócio 2007″. Com a palavra, o próprio blog.. hehehe:
Projeto Ócio 2007
O blog Ócio 2007 é feito por uma equipe de jornalistas,blogueiros e desenvolvedores que, a partir de recursos do pacote Office, criam aplicativos divertidos e inusitados para os momentos de lazer. O objetivo é reforçar a versatilidade do sistema e estender também seu uso no trabalho. O blog Ócio 2007 é um projeto da Microsoft Brasil.
Acho que pode ser um blog legal que vale a pena dar uma conferida. Para quem quiser, além desse link eu vou colocar o link do meu blogroll.
Flws
Sofri meu primeiro ataque no Game.. um cara da posição 538 me atacou (eu estou em 873 de mais de 5000).. destruiu todas, isso mesmo, todas as minhas naves.. até minhas sondas de espionagem e meus satélites solares.
Vou ter que me reestruturar… isso vai demorar…hehehe
Depois eu coloco algo mais útil…. hehe
Fui.. flws!!!!
Levanta a mão ai quem nunca começou a rir que nem besta de uma coisa muito idiota! Alguém levantou a mão? Se levantou é mentira.. hehehe.. acho que todo mundo já rachou de rir de uma coisa muito besta.
Acabou de acontecer comigo e resolvi repartir com todo mundo a besteira que causou o ataque:

Acho que só eu dei risada com isso né?! hauhauahauhaauhau
flw
É isso ai cambadinha…
Hoje de manhã cheguei ao serviço, abri meu email corporativo como sempre faço e, logo em seguida, abri meu leitor de feeds.
Qual não foi minha surpresa quando li uma notícia no IDG falando que por determinação da justiça um blog do wordpress deveria ser tirado do ar por mostrar conteúdos criminosos, até ai tudo bem, o problema disso tudo é que, a solução que eles estão considerando é que os provedores nacionais bloqueiem o acesso ao wordpress enquanto o servidor não apaga definitivamente o blog em questão.
Putz.. fiquei “revoltado” com isso, vai acontecer a mesma coisa que aconteceu com o YouTube durante o caso daquele vídeo da Cicarelli. Será que é mesmo necessário tirar o acesso de milhões de pessoas ao servidor de blogs inteiro só por causa de um único blog?! Pior que nem dá para falar que isso só acontece no Brasil pq em alguns países como China e Cuba os blogs são totalmente controlados pelo governo.
Só espero que isso não aconteça aqui no nosso querido (ou não.. hehe) país!
Ah, só um detalhe, se isso realmente acontecer.. vou ficar sem meu blog! =’(.. hehehehe
Bom, para quem quiser mais informações, aqui vai o link para a notíca: http://info.abril.com.br/aberto/infonews/042008/10042008-0.shl
Regards!
Faaaala galera!!
Hoje, fuçando no wordpress numa sessão de blogs mais lidos eu achei um que me agradou muito e me fez “perder” umas horinhas, é um blog sobre todo o universo do mangá que eu mais gosto: Dragon Ball.
O blog fala de toda a série, desde quando Goku era só um pequeno saiyajin até o final da saga GT. Como eu achei o conteúdo do blog muito legal, além desse post eu coloquei um link para ele aqui na barrinha do lado direto do meu blog.. hehe
Para quem quiser, é só clicar Torre de Karin
Façam bom proveito! hahaha
Fui!!!
Fala ai pessoal!!!
Ajudar não custa nada certo? Pensando nisso, vai ai uma dica para quem gosta de ajudar e se preocupa com o meio ambiente, e, o que muita gente pode achar como melhor de tudo, não precisa nem sair de casa.
Mas como isso funciona?! Simples, através da internet!
Tá bom, eu explico, é o seguinte, existe um site chamado clickarvore que consiste basicamente em você clicar e, a cada clique, uma árvore é plantada - vale lembra que é uma árvore por dia. Não posso afirmar que a cada clique uma árvore realmente é plantada, não posso afirmar que isso é honesto e nem que realmente existe afinal nunca fui em nenhum dos lugares que eles dizem que as árvores foram plantadas mas eu acho que uma coisa tipo essa não custa nada (realmente pois o site é grátis) a gente fazer na esperança de salvar nosso planeta não é?
Além disso o site vende uns produtos legais como camisetas falando de reflorestamento.
É isso ai povo.. vamos tentar diminuir os estragos antes que fique pior pois, volta não tem mais….
Falae povo!
Informando a galera ai, abriram as inscrições para o programa de estágio do Governo do Estado de São Paulo, para quem se interessar mais informações no link abaixo!
Flw
Fala pessoal!
Hoje vou fazer um review de um jogo.. www.ogame.com.br!
O jogo nada mais é do que um RPG on line, mas não é um RPG normal, não tem a ação, não prende você na frente do monitor por horas a fio (ou até prende), mas então, qual é o atrativo dele? A história do jogo se passa num futuro onde a humanidade detém tecnologia suficiente para poder viajar para o espaço em diversas galáxias e sistemas solares diferentes. Porém, toda essa tecnologia trouxe alguns problemas, assim como no mundo de hoje o combustível das naves é pouco e a disputa por recursos e combustível causa guerras.
O jogo funciona da seguinte forma, você começa com um planeta e tem que ir desenvolvendo suas minas para a recuperação de recursos que, por sua vez, são necessários para construir tudo o que você pode ter.
Conforme seu planeta vai evoluindo são disponibilizadas novas tecnologias que vão abrindo novos tipos de construções e/ou tecnologias, naves e sistemas de defesa e até naves que permitem a colonização de novos planetas.
O jogo também permite que você ataque outros jogadores e, logo, que você seja atacado por outros jogadores.
Toda a ação é “em tempo real”, mas o que isso quer dizer? Quer dizer que se você quer evoluir sua Planta de Energia Solar para o nível 20, por exemplo, você vai ter que esperar quase 12 horas para que a construção esteja terminada. Ao meu ver, esse é, ao mesmo tempo um “diferencial” e o ponto negativo do jogo pois chega um momento que as coisas levam dias para ficar prontas e enquanto um edifício esta sendo evoluido nenhum outro pode ser construído, enquanto uma pesquisa é feita, nenhuma outra pode ser feita.
Como eu disse no começo, o jogo não tem aquela ação que um Age of Empires, por exemplo, proporciona, mas vale a pena pois exige uma certa inteligência e capacidade de montar estratégias e planos que devem ser executados a longo prazo.
Se o estilo de jogo te agrada, vale dar uma conferida pois o jogo é bem desafiador, tanto para a sua estratégia quanto para a sua paciência!
Fala!!!!!!!
Finalmente eu vou colocar alguma coisa útil aqui no meu blog =P.. hehe… é uma matéria interessante sobre a Gradiente e como ela esta hoje. Para quem se interessar, leia pq vale mto a pena.
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Raul Junior |
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Staub: cinco pedidos de falência
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Mais impressionante que a atual situação da Gradiente, porém, é o contraste com o sucesso da empresa há pouco mais de uma década. A Gradiente era um dos líderes no mercado de equipamentos de som e vice-líder na venda de televisores. Até o ano 2000, tinha uma bem-sucedida parceria com a finlandesa Nokia para a produção de celulares. O negócio era tão bom que os finlandeses fizeram a Staub uma oferta considerada excelente até mesmo por seus desafetos. Ele vendeu sua metade na fábrica de celulares por 1,2 bilhão de reais. Com essa montanha de dinheiro em caixa, a Gradiente poderia ter decolado. Não foi o que aconteceu. Desde então, a companhia obteve uma incrível série de resultados negativos. Está há mais de dez anos sem registrar lucro operacional. Sua participação de mercado veio minguando até atingir zero no início do ano. Suas ações sofreram desvalorização de 70% nos últimos 12 meses. E o que já foi uma espécie de ícone da indústria nacional se tornou peça irrelevante no mercado brasileiro de eletroeletrônicos. Onde foi que Eugenio Staub errou o caminho?
O estado atual da Gradiente é conseqüência de uma série de erros, muitos deles cometidos há mais de dez anos e de forma atávica. O maior deles, dizem os especialistas, foi a decisão de não buscar associação com uma grande empresa multinacional. Staub insistiu na tese de que o melhor para a Gradiente seria usar a força de sua marca para fazer parcerias com diversos fornecedores e, a cada momento, buscar o que havia de melhor no mercado. Isso, argumentava Staub, daria à Gradiente a agilidade necessária para sobreviver num segmento em constante mutação. Consultores, analistas e executivos ouvidos por EXAME foram unânimes em afirmar que a falta de um parceiro de peso foi determinante para a queda da Gradiente. A empresa reinou na época em que a economia do país era fechada para produtos importados. Com a abertura, passou a ter de competir com itens de alta tecnologia de empresas como Philips, LG e Samsung, que se renovam num ritmo frenético. A Philips investiu mais de 4 bilhões de reais no ano passado em pesquisa e desenvolvimento, ou dez vezes o faturamento da Gradiente no período. Em sentido oposto, a Semp, da família Hennel, fez uma associação definitiva com a japonesa Toshiba. Com a constante transferência de tecnologia, a Semp Toshiba se manteve viva.
NÃO RECONHECER AS FRAQUEZAS da Gradiente nessa competição foi outro erro. Uma saída possível para manter-se sozinho no controle da empresa, sem ter um parceiro ao lado, seria optar pelo mercado de produtos populares. Foi isso que garantiu a sobrevivência da CCE, por exemplo, outra empresa brasileira de eletrônicos que não tem um sócio estratégico. Staub, porém, decidiu enfrentar os gigantes de igual para igual. “Ele sempre acreditou que a marca Gradiente seria suficiente para permanecer no mercado. Não foi”, diz um executivo de um grande varejista. A compra da Philco é outro exemplo que, segundo especialistas, reflete uma ambição pouco alicerçada na realidade. A marca, vendida por um dos maiores grupos empresariais do país (a holding Itaúsa, que controla o banco Itaú), estava estagnada, mas Staub viu ali uma oportunidade de enfrentar os grandes. No ano passado, menos de dois anos depois de comprar a Phil co, Staub foi forçado a vender a marca para reduzir de forma modesta suas dívidas.
À falta de um parceiro e à ambição de competir de igual para igual com gigantes, somava-se outra característica que atrapalhou a Gradiente: a inconsistência. A empresa entrou e saiu de mercados, e em alguns casos perdeu ondas de expansão que poderiam ter sido benéficas. Staub entrou em segmentos como videogames, comunicação sem fio e criou um bizarro serviço de recados e notícias por reconhecimento de voz. O maior exemplo do risco dessa errática estratégia foi o mercado de computadores pessoais. A Gradiente entrou duas vezes no segmento. Em ambas, fracassou. A última delas, no início dos anos 2000, deu-se com um PC chamado OZ, que se propunha a ser uma central de multimídia e substituiria televisão e som — além de, é claro, ser um computador. Na época, esse mercado era dominado por piratas e contrabandistas, e a Gradiente não podia competir com o preço dos concorrentes informais — logo, a companhia desistiu. Anos depois, quando a influência dos contrabandistas diminuiu, a computação pessoal provou-se um excelente negócio para empresas formais. Essa seria a mina de ouro do grupo de educação paranaense Positivo, que se tornou a maior fabricante de computadores pessoais do país. De fora, a Gradiente assistiu a um grupo que nada tinha a ver com tecnologia reinar num mercado que tinha tudo para ser seu.
Finalmente, Staub relutou em chamar ajuda externa para corrigir os desvios de rota da Gradiente. Responsável direto pelo sucesso da empresa nos anos 70 e 80 e pela associação com a Nokia nos anos 90, Staub também conduziu a empresa para a pior crise de sua história. Nos 37 anos desde que assumiu a companhia, ele nunca abriu mão do controle absoluto das operações. Só em setembro do ano passado, com a situação financeira da empresa já bastante deteriorada, Staub contratou um executivo de mercado para ficar à frente do negócio. Essa foi uma imposição da consultoria Íntegra, especializada em reestruturação de companhias problemáticas, que Staub tentava contratar. Nelson Bastos, um dos sócios da Íntegra, assumiu a presidência da Gradiente. Desde então, ele busca investidores dispostos a assumir o controle da empresa. “Estamos em negociação adiantada com um grupo de investidores financeiros brasileiros e um investidor estratégico estrangeiro”, afirma Bastos. Segundo ele, o negócio pode ser fechado em cerca de dois meses. “As chances de salvar a Gradiente são boas”, diz.
O novo modelo desenhado por Bastos prevê a atuação da Gradiente na venda de televisores de plasma e LCD, aparelhos de DVD e home theaters. Nesse caso, não deve haver parceria com empresas de ponta. Primeiro porque não há grandes companhias de tecnologia que dependam de uma associação para entrar no mercado brasileiro. “Nossa idéia é ter uma parceria com um fabricante de qualidade, mesmo que não seja conhecido no país”, diz Bastos. A marca também pode voltar ao mercado de celulares, mas de forma terceirizada. A Gradiente cuidaria da distribuição e receberia royalties pela cessão da marca, mas a produção ficaria a cargo de algum fabricante estrangeiro. “Tudo vai depender do novo investidor”, afirma Bastos. A área de áudio, berço do sucesso da Gradiente, será praticamente abandonada. O segmento sofreu uma brutal transformação nos últimos anos com a chegada dos tocadores de MP3. Seja qual for o investidor que venha a assumir a empresa, é praticamente certo que a Staub reste, no máximo, uma pequena participação acionária, sem poder de decisão na empresa. O empresário não fala sobre o assunto. Continua na presidência do conselho da Gradiente e acompanha as negociações com os possíveis compradores. Pessoas próximas a ele, no entanto, dizem que Staub percebeu que, se não abrir mão do controle, verá o fim da empresa — e este último erro ele não parece disposto a cometer.
http://info.abril.com.br/aberto/infonews/032008/18032008-14.shl
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